domingo, 26 de abril de 2009

rockn'out


dude, you know the urge had exhorted inside me. the crowd was there shouting like crazy, enjoying every single song they were playing. as matter of fact, i couldn't control myself and went up on the stage and joined them on their unique moment. that was fun, that was fantastic. sang a whole song while everyone was having fun and rockin'out. i felt alive, i felt good. it's only the sequence of events. regular, normal, proper...i miss the old times and the old rules.

sábado, 25 de abril de 2009

festa,

o cheiro de tabaco espalhado por toda área da sala, os braços esticados no solo, as pernas contorcidas em um formato cômico - umas sobre as outras - as garrafas vazias, o sol das 11 da manhã vazando pela persiana, os copos meio cheios ou meio nada. os corpos adormeciam ao som do trânsito visceral que já se anunciava no lado de fora.

esquivou-se dos membros, pulou de um lado pro outro, a amarelinha orgânica, o medo de machucar qualquer um que ali estivesse e logo desse vida a uma cadeia de renascidos de uma noite de fantasias e sonhos vendidos a preço de banana, banana ouro, meu caro. - que diabos estou fazendo aqui? 

saiu olhando pros lados e na fresta entre portas viu a geladeira aberta, uma mulher com a metade do corpo refrescava-se prostrada com as mãos apoiadas na gaveta de legumes enquanto os joelhos davam o suporte lógico para o corpo permanecer como estava, sólido e rígido.

conspicuamente sem dizer nada alto o suficiente para ser notado, deixou o recinto e pegou o elevador. do "efeito possessão" ninguém escapa.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

boston.



sinto falta do ar gelado, de bater dentes de frio, do cheiro da maresia da costa leste americana. os dias que estive em Boston foram de uma tranquilidade tão suave que eles se arrastaram, embora estivesse me divertindo em cada minuto.

muita história, cultura, comidas gostosas e coisas interessantes para ver na cidade mais querida de new england.

terça-feira, 21 de abril de 2009

o rock.

eramos dois, apenas dois quando entramos. com o passar do tempo, em meio às luzes piscantes,  fomos somando, multiplicando e redescobrindo que as futulidades dos relacionamentos efêmeros eram a tônica de uma noite já cheia de expectativas via augusta abaixo.

a métrica, a forma, a troca de olhares entre sorrisos instigantes fizeram do lugar o mundo de descobertas de algo que nunca foi o estopim da minha curiosidade como participante desse jogo noturno, até porque, do dia eu me alimento e da noite sempre fiz o descanso. mas não agora. não hoje, não ontem e provavelmente não amanhã.

o rock salva vidas e a funhouse é a babilônia alternativa paulistana.


domingo, 19 de abril de 2009

o mesmo.

já era de se esperar, o que foi sacramentado não tem como mudar. há coisas na vida que a gente tem que aceitar e ponto final. ouvir e não responder, por mais que machuque, seja uma valsa repetitiva em uma litânia sem pé nem cabeça.

o ruim é que no final fica aquele gosto amargo, o peito dolorido, o rosto triste naquele vazio seco que rumba o tambor e faz chaqualhar todo interior na batida sincronizada do coração já cansado das mesmas conversas, opiniões, falas. a retórica conhecida e batida não vai mudar.

não tem jeito, não sou o que se deve esperar e a distância parece mesmo ser o melhor remédio.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

swoon.

O cd novo do Silversun Pickups vazou na semana passada.
Ele tem sido a minha trilha sonora desde segunda-feira.



Depois faço uma resenha concisa sobre o álbum.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

amores eternos.

não quero racionalizar esse sentimento. sei do amor eterno.não vai morrer? vai estar pra sempre aqui, ali guardado? eu disse que não ia racionalizar, mas, às vezes, explicar é apenas falar por falar.
e quem já não se perdeu na própria fala por falar de amores que não passam.
que lógica turva, a visão apagou e pra piorar eu também não escuto mais nada.

terça-feira, 14 de abril de 2009

paisagem.

nas estepes, de um verde claro, na brisa suave, com um aperto no coração a garganta seca.
encostado na rocha, com as costas cansadas, o pescoço dolorido a postura curvada.
olhando ao longe, um fim distante, o simples semblante de andarilhos em fila.
fecho os olhos bem forte, se essa brisa é mesmo do norte que dure pra sempre.


domingo, 12 de abril de 2009



Brooklyn Bridge - Manhattan - NYC.

It was a summer day to remember, the first time I went to NYC. Two days roaming around the iron, concrete and souls island with thousands of places to go, passing through thousands of people. Two folded maps. That's all I needed at that moment. God only knows how amazed I was, whereas I looked into different directions, looking for a reason to go into every building, ask about the best spots around to every single person.
Later on, I got used to it. I started going to Manhattan once a week. Right now I feel haughty of myself and miss nyc like I miss home.

sábado, 11 de abril de 2009

reborn.


Museum of Arts. Filadelphia - PA. Yes. The Rocky stairs.

He smilled and said like he really meant that: - Y'know. Let's talk this over... fo real. They looked at into each other's eyes not even for a second and understood what was going on right there. It's a fortnight since they saw each other for the last time and it's a fortnight since he was always proping his head up, trying to get away from his somnolence.


quarta-feira, 8 de abril de 2009

so far.

So far it's doing great, I really can't complain, though sometimes my heart aches and it feels like it's gonna break. I'm not very likely to give in or skip out and when I get surrounded by people smoking their fags, it really bothers me, but, as I said before, so far it's ok.

They can read me wrong, thinking about a reason to misjudge me, but I don't mind, I am not that snooty kid they think I am, even though I do things in sorta way that can look unpredictable and astonishing.

As i said...so far so good. 

terça-feira, 7 de abril de 2009

being chased by them.

there he was. coming fast as though he was being followed crossing the parking lot. the fear has released him in life into a brand new word, with brand new scars to collect. as he merged onto the street, with the midnight electric lights all around him, the car engine began to whine.

he knew who they were, the driver and the other one on the passager seat, the silhouettes waiting for him to walk all the way down along the pavement. substantial feelings.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

ravage.

the unholy kisse was placed in the right position on that mid-summer convention, whereas noone else would approve or disapprove that scenario, though fast, impulsive and reckless it seemed.

amuck he ran, through and deep inside the forest, trying to find an easy lamb to set his pure rage free. in spite of the fact he suffered and kept it all inside, noone else would say he was wrong or right.

they were scared to death, listening the berserk screams coming from the east shore.

domingo, 5 de abril de 2009

night out.

notwithstanding not secure and a little bit unconfortable I was, I went out to have some extra fun. it doesn't hurt as much I thought it would. however, there's no need to deny, to avoid, to make it looks harder than it really is.

set you body free, face it out and tell those party kids to knock it off whereas they push it too hard. push them over, lean 'em straight on the wall and pick up some new opportunities to fill up your life with brand new blood. 

looks like i am still good at it, no matter the occlusion inside those pipes had tried to slow me down.
i am under the aegis of god, feeling protected by the will of the lord.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

regra número 1.

não sorria demais, e também não seja gentil, você pode ser mal interpretado.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

tremores

Cortei pela sala e vi uma imagem turva pouco real: de pé com o violão. Então olhei pelo espelho e vi as velhas duras cicatrizes daquele intervalo precipitado. Para onde foi, por que sumiu? Preciso da sua ajuda comigo, pois, até então, isso tudo parece um sonho pra mim. É esse meu jeito desajeitado com as palavras que te deixa insegura e os tremores incondicionais do meu corpo não me deixam dormir, os tremores não me deixam dormir.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

acordar.

respiro o ar da manhã. Um copo de Nescafé bem quente me acompanha, assim como os pixels condensados de uma fotografia antiga. Serena é esta canção matinal, que desperta suavemente os ouvidos, anima o espírito e me faz dar os primeiros passos pra atividade laboral.

a temperança é a tônica mestre deste musical, deve ser o domingo de ramos, a páscoa, as atividades que se aproximam, os amigos que vou ver, a família pra reencontrar. Cada ato desta peça é a congruência, a explicação tácita da frugalidade.