domingo, 10 de maio de 2009

suprimiram.

foi o que ela disse: aqui, nesta cidade, as pessoas gozam como podem e conseguem. é o tempo, essa coisa intangível, doida, que a gente vive correndo contra, embora tenham horas que a gente quer que ele passe num piscar de olhos e lá está o dito cujo a se arrastar, levando pó lentamente.
neste pequeno espaço de ação que tenho disponível, na minha ocupada e frenética semana, tento escapar conspicuamente pelas entre-portas da diversão. não é pra se jogar e fazer da liberdade algo ruim ou danoso ao corpo e ao espírito, é apenas pra se libertar de quando em vez.

história de cronópios e de famas  é um livro confuso e o Cortázar é um doido que eu não consigo parar de ler.

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