sexta-feira, 6 de março de 2009

flanando.

Tem sido flâneur. Tem sido observando o diversificado escopo social que aplaudi arte das ruas escuras em anotações claras em um correr de olhos empírico. Pois é nesta paulicéia que se reinventa a cada dia, que está o verdadeiro laboratório nacional de almas, de espíritos ou apenas de corpos.

Muitas pessoas, passos que entram em vielas, em grandes lojas, nas ruas orgânicas e nos shoppings planejados para uma vivência única das impressões do irreal, do consumo tangível e do hedonismo sutil que faz das dores do coração, um motivo simbólico para a compra, ou um passeio despretensioso numa tarde qualquer.

É o movimento de uma massa de mil sentidos que me encontro e me divirto ao sair do trabalho, perambulando pela avenida mais famosa do país, no meu caminho pra casa, com o corpo cansado, que logo se revigora com a observação no final do dia.



 

2 comentários:

Lagoeiro disse...

essas metrópoles... essas metrópoles... que saudade do bom e velho bucolismo da boa antiga nichetoroy.

brunolagoeiro disse...

ops: nichteroy